O amor e a arte no planejamento

O planejamento estratégico existe com o  propósito de criar uma publicidade que esteja em sintonia com o consumidor.
Enquanto muitos no mercado continuam a analisar o passo a passo do consumidor, criando modelos comportamentais indecifráveis e medindo resultados falhos, defendo uma abordagem baseada na simplicidade, no bom senso, na criatividade e no amor da causa. Uma abordagem que ganha acesso aos corações e mentes dos consumidores e agora também, nos e-consumidores, desenvolvendo relações continuas e apaixonadas e o mais importante de tudo, aceitando esses consumidores no processo criativo da propaganda.

Hoje precisamos pensar em criar ações para mercados de nicho e não mais para mercados de massa.
Ao invés de comprarmos horários nobres na TV, precisamos reunir redes de mídias menores com públicos menores que se somam para formar uma massa crítica. Sem dúvida que é uma abordagem mais dificíl porém mais direcionada e mais eficiente.

A mudança das massas é, na verdade, uma mudança de poder do topo para a base, do centro para as bordas, ou seja, o poder passou para comunidades, os famosos nichos.
Não vamos deixar de usar as mídias tradicionais porém as usaremos como canais interligados e não mais como independentes. Todos devem levar a um objetivo claro mas cada canal com sua respectiva forma de comunicar.

Deixamos de criar ações com roteiros do passado, onde tínhamos o começo, o meio e o fim.
Agora passamos para um novo roteiro, com o começo, o meio e a sustentação.

 

 

| Marcello Borges Barbusci MV
| Planejamento Estratégico

| marcello@barbusci.com.br
| mobile: 11 8208 3698
| twitter: www.twitter.com/mbarbusci